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A America Latina Pós-Crise

julho 16, 2009

A America Latina, onde o Brasil está inserido, enfrenta constantemente crises econômicas, políticas e sociais. Dessas crises, o noticiário brasileiro tem focado principalmente nas recentes revoltas populares, golpes militares e nas relações conturbadas do Mercosul. Além dessas questões, é preciso discutir a situação do crescimento econômico dos países latinos considerados em formação, assunto primordial para a solução das turbulências geradas pelas crises em vigor.

 

Projetado por Oscar Niemeyer - São Paulo-SP-BR

Memorial da América Latina em São Paulo - Projetado por Oscar Niemeyer

Os problemas estruturais da America Latina encontram-se na sua formação histórica e podem ser visualizados no artigo da Universia, com destaque para a publicação da UFBA. Contudo, o alerta para uma questão mais urgente foi divulgado pela Cepal e publicado no artigo da InfoMoney. Confira:

A economia latino-americana deverá retrair 1,9% em 2009, afirmou a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) em relatório nesta quarta-feira (15), no qual cita os reflexos da crise econômica mundial sobre a região, que já reduziu em 38% o volume do comércio internacional.

A comissão, porém, projeta um crescimento de 3,1% para a região em 2010, com o avanço nos preços das commodities e conforme os pacotes de estímulo econômico dos governos impactem as economias regionais.

Vale lembrar que a América Latina registrou crescimento de 4,2% no ano passado.

Crise

Comentando o relatório, a secretária executiva da Cepal, Alicia Barcena, disse que os efeitos da crise não serão tão negativos quanto se esperava, apesar de ressaltar que não podemos esperar que o mundo recupere rapidamente os níveis de crescimento e comércio anteriores à crise.

Alicia também lembra que a crise poderá cortar 3,4 milhões de empregos este ano, deteriorando os progressos dos últimos 6 anos na luta contra a pobreza na região.

Países
A Cepal projeta para o Brasil uma retração de 0,8% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2009, esperando um avanço de 3,5% no próximo ano.

Paralelamente, o México deverá apresentar o pior desempenho da região, com sua economia altamente dependente das exportações para os EUA e sofrendo o impacto negativo da chamada gripe suína. A comissão projeta que o PIB do país fique 7% menor este ano e que em 2010 o crescimento fique abaixo da média da região, avançando 2,5%.

Comentando as perspectivas para o México, Alicia afirmou que o país é a maior preocupação da região, ressaltando que a “recuperação mexicana será difícil e altamente complicada”.

Fonte: InfoMoney, 15/07/09 – 15h37

O combate ao cenário recessivo na America Latina deve ser o ponto chave das próximas reuniões internacionais, principalmente por ser um agravante para todos os problema já enfrentados na região. Resta aguardar um acordo entre os visinhos para o estabelecimento de metas, dificuldade que será enfrentada, decorrente da instabilidade nas relações entre os países visinhos.

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